quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

Profissionais do Turismo: A Noite de Natal

O fim do ano possui concepções diferenciadas para as pessoas, umas adoram o natal e outras já não gostam muito. Contudo, sem sombra de dúvidas, o natal, em especial, é marcado pela fraternidade das pessoas, pelo espírito humilde e hospitaleiro que renasce no finzinho do ano.
Nesta data observa-se o reencontro de famílias, bem como os abraços calorosos ao se reencontrarem e os olhares incrédulos pela presença de seus entes queridos. As famílias abrem suas portas para as festividades e convidam a todos para partilharem de um único momento significativo e tão especial que é a noite de natal.
Muitos passam o natal em casa, outros procuram passar a data em restaurantes, cruzeiros, hotéis e pousadas. Estes querem desfrutar da data sem se preocupar com o tempo que o peru vai ficar assando, com o arroz que está no fogo, com o parente que não trouxe a sobremesa, enfim, essas pessoas buscam esses lugares no intuito de aproveitar da noite de natal sem se preocupar com os preparativos.
 É nas noites de natal, momentos de grande felicidade das famílias que passam fora de casa, que os turismólogos e hoteleiros trabalham nos bastidores para garantir que tudo saia assim como sonhado. A profissão situada no setor de serviços é singular, pois os seus profissionais trabalham quando todos os outros querem descansar.
 Pense bem! Quando vamos a um hotel ou participamos de um carnaval de rua, estamos indo em busca de lazer, mas muitas vezes não percebemos que para o nosso momento de lazer ocorrer alguém teve que passar horas planejando e pensando em cada segundo de como seria o nosso lazer.
Turismólogos, guias de turismo, hoteleiros, profissionais de eventos e outros são aqueles que se dedicam a realizar sonhos, transformar o que sonhamos e planejamos em verdade.
Muitas vezes, a responsabilidade desses profissionais é tão grande que eles tem que se sair perfeitos, por exemplo, quando guardamos todas as nossas economias, escolhemos o destino, escolhemos a data, apostamos tudo nela e só temos aquela oportunidade para vivenciar algo realmente gratificante e, assim, que vai tornar nossa viagem extremamente prazerosa é o profissional de turismo.
Sem sombra de dúvidas, a gratidão dos profissionais do turismo está em ver o sorriso estampado no rosto de seus clientes, é ouvir deles o quanto aquela viagem foi boa e que voltariam mil vezes naquele local. A gratidão dos clientes alimenta o profissional de turismo, lhe dá força para seguir em frente e enfrentar mais uma, mais muitas, noites de natal longe de casa oferecendo aos seus clientes o que ele tem de melhor, a hospitalidade.O fim do ano possui concepções diferenciadas para as pessoas, umas adoram o natal e outras já não gostam muito. Contudo, sem sombra de dúvidas, o natal, em especial, é marcado pela fraternidade das pessoas, pelo espírito humilde e hospitaleiro que renasce no finzinho do ano.

Texto publicado na Revista Bragantina On Line: http://issuu.com/diegodetoledo/docs/revista_bragantina_-_dezembro_-_201

domingo, 13 de dezembro de 2015

Afinal, para que estudar?

Já estou nos ultimos passos do segundo ano de faculdade de Turismo (em breve faço um post sobre este ano acadêmico e social), mas alguns pensamentos ainda rondam a minha cabeça.
O fim de semestre nos deixa loucos, ficamos paranóicos, acreditamos que nada que fazemos está bom e que não será suficiente para alcançar a média para ser aprovado na disciplina. Mas ser aprovado por quê? Pra quem? Pra quando?
Às vezes me pergunto qual o motivo de termos que estudar? Porque que quando estamos no ensino médio somos treinados feitos robôs para decorar fórmulas e conceitos que só vamos utilizar em poucos momentos da vida e, o maior deles é o tão temido VESTIBULAR.
Na realidade interpreto o momento pré-faculdade como uma máfia de ganhar dinheiro, pois afinal, tem cursinho especifico de cada curso em um lugar, curso geral em outro, aulas extras na escola, livros e mais livros sobre como entrar na faculdade e sites inquietantes que roubam inúmeras horas do seu dia com vídeos e textos sobre como mandar bem na “primeira fase da sua vida”.
E  quando menciono em aspas a “primeira fase da sua vida” é porque sempre cresci e ouvia que tinha que entrar na faculdade e que minha vida começaria por meio dela. Mas tudo isso por quê? Será que por que assim eu teria emprego? Não seria mais um desempregado que vive à custa do governo?
Talvez esta seja a então lógica dominante que nossa sociedade vive, mas não para criar a pátria Educadora, mas sim para criar a pátria alfabetizada, ou melhor, a pátria com possíveis probabilidades de emprego, e quando menciono a probabilidade de emprego é algo real, pois ter um diploma de nível superior não garante que no primeiro mês de formado você esteja lavando pratos em um restaurante (digo isso, pois nos discursos dos graduandos nunca vi um que dizia que o sonho é  sair da faculdade e ir lavar pratos).
Interessante também que a máfia da educação não está presente somente no período do Vestibular, mas após ele também. Vejamos quantas instituições privadas de nível superior temos, quantas de nível técnico, tudo isso para que? Lançar mais e mais pessoas no mercado de trabalho, para que essas virem números, estatísticas de governo para explanar o quanto o Brasil é um pais alfabetizado, mas e o emprego? Tem para todos? E a qualidade do ensino? Como esta? Ou ainda veremos mais e mais “acidentes” dentro dos hospitais, rompimento de barragens, erros administrativos, e por ai vai...
Durante a graduação perdemos horas de sono, nos matamos para ir bem nas provas, deixamos de comer, nos afastamos da família, dos amigos, da vida social, passamos feriados estudando, ou , sem poder voltar para casa, tudo isso para alcançar um sonho. Mas esse sonho é de quem? É meu? É Seu? Ou é do sistema que diz que temos que escolher uma profissão quando temos apenas 16, 17 ou 18 anos de idade.
As respostas para esses questionamentos eu não sei, apenas possuo suposições. Algum dia vi um post de uma amiga, a teoria dela é bem apocalíptica, mas deixo a reflexão. Do que vale passar horas e horas estudando se ligamos a televisão e vemos a Terra morrendo, ou a nossa raça se matando em atentados e guerras?
Sobre a ordem do mundo, não sabemos como chegamos aqui, muito menos os motivos que nos trouxeram aqui, mas só sabemos que temos que seguir nessa ideologia. Mas até quando?

quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

Chuville (Joinville) e Chuvetes (Morretes) uma experiencia memorável

Recentemente tive o privilégio de conhecer Joinville/SC e Morretes/PR pela faculdade. Ambas são cidades lindíssimas, possuem casarões antigos, lindas avenidas e pessoas carismáticas de bem com a vida e, claro, pessoas bonitas.
Joinville em especial é a maior cidade de Santa Catarina possui noites aos fins de semana movimentadas, festas, bares e etc, além de ter inúmeros atrativos mega interessantes. Já Morretes é uma cidadezinha pequena pertinho de Curitiba que só fica cheia quando o trem traz os turistas da capital, mas a cidade possui grande beleza arquitetônica bem como paisagística, levando os visitantes a mergulhar na historia e, é claro, o famoso e delicioso Barreado.
Por mais que ambas tenham características diferentes elas se assemelham em uma coisa, ao nível de chuva. Com certeza, Chuville e Chuvetes ficaram marcados em minha memória pelas chuvas torrenciais intermináveis que não te deixam sair de casa. A chuva de lá assemelha-se ao das cidades do litoral paulista, Ubachuva, Caraguáchuva e Ilha Chuva.

A brincadeira pode parecer clichê, mas é a pura realidade, são destinos extremamente magníficos, mas a visitação fica conturbada por conta das pequenas gotículas espancadoras de chuva. Mas, se você gosta de chuva, fica a dica, pois se for garanto que não se arrependerá, mas se não gostar, eu recomendo o nordeste ou o centro-oeste, ou talvez, um guarda-chuva.
Contudo, nessa vida, tudo vale a experiência!

sábado, 28 de novembro de 2015

Mancha marrom no Turismo Mineiro e Capixaba

Durante as ultimas semanas muito foi falado do desastre ocorrido com o rompimento da barragem em Mariana/MG. O país tem se mobilizado para auxiliar as famílias nas suas necessidades e, além disso, tem-se observado uma comoção surpreendente com a mudança nas características paisagísticas dos locais afetados pela marcha da lama.
A lama destruiu famílias, vilas, casas, bares, restaurantes e muito mais, mas, sobretudo transformou lugares, criou desertos e deixou terras e águas sem vida, pessoas sem condições de sobrevivência e também, deixou um turismo sem vida, sem perspectivas e órfão.
Falar em turismo nesse momento pode soar mal, contudo muitas das famílias do litoral Capixaba e da cidade de Mariana tinham no turismo como meio de sobrevivência. Os impactos da lama extrapolam os limites econômicos, sócias, ambientais, culturais, psicológicos, paisagísticos e etc. A recuperação dessas áreas podem levar anos e décadas, ou, talvez nunca possam ser recuperadas, restando assim fragmentos nas memórias do que foi um dias essas localidades.
Com o rompimento da barragem o Brasil perdeu pessoas, cidades, lagos, plantações, prédios, casas e outras coisas, mas em especial, o Brasil e nós brasileiros perdemos o nosso patrimônio Nacional, sinônimo de orgulho e identidade.

domingo, 22 de novembro de 2015

O melhor meio de transporte para viajar, eis a questão!

Os meios de transportes estão presentes diariamente nas nossas vidas, seja para ir ao trabalho, levar os filhos na escola, ir ao mercado e principalmente quando vamos planejar nossas férias e as “fugidinhas” de lazer nos feriados.
No contexto histórico do Brasil houve um incentivo do transporte ferroviário no passado, mas que hoje existem poucas linhas de trem ativas e as que existem não são tão efetivas para os transportes de passageiros. Diferentemente do Brasil, os países europeus, encontraram no transporte ferroviário uma opção mais barata, segura, rápida e acessível de realizar o transporte interno e externo.
O Transporte marítimo de pessoas por sua vez, hoje é representado pelos grandes cruzeiros que circundam a costa de diversos países pelo mundo. Os cruzeiros caíram nas graças de diversos turistas, pois em outros tempos viajar de cruzeiro era sinônimo de status social, mas hoje, com a popularização dos cruzeiros, a viagem nesses navios se tornou algo “a mais” nas memórias dos viajantes.
Mas, quem nunca sonhou em voar, uns tem medo outros adoram, já outros adorariam ir voando para o destino escolhido. Bem como o barateamento dos cruzeiros os preços dos vôos vem se tornando mais acessíveis e oportunizando que a classe C tenha a experiência de voar, nem que seja dividindo em 10x no cartão de crédito.
Quando comparamos os preços, rapidez, agilidade e facilidade os automóveis estão no topo do ranking dos meios de transportes mais utilizados em viagens. Contudo, dado a atual crise, altos preços dos combustíveis, moeda desvalorizada e as outras inúmeras coisas que estamos cansados de ouvir e ler nos jornais, o automóvel pode não ser a melhor escolha para uma boa viagem, ainda que, a segurança nas estradas brasileiras vem se tornando algo deplorável, sem contar os altos custos dos pedágios rodoviários.
Já os tão escolhidos, fretados, usados e adorados ônibus rodoviários podem ser uma boa opção para uma boa viagem. Mas é claro, que nem tudo é perfeito, pois com longas distâncias esses tão usados ônibus interurbanos tornam-se um grande causador de dores musculares, além é claro, do baixíssimo ar condicionado (- 2º C) que congela a tripulação levando a crer que está em um frigorífico.
Sobre o melhor meio de transporte, é importante ressaltar que não existe o melhor meio de transporte, mas sim o melhor meio de transporte para você. Isso dado que o ser humano é subjetivo, ou seja, cada um tem uma concepção de bom ou ruim, é a mesma coisa falar para uma família carente que uma passagem é R$: 40,00 e, falar para uma família que tem o faturamento mensal de R$: 9.000,00 que a passagem é o mesmo valor do que a mencionada anteriormente.
Além do fator econômico o caráter de gosto, ou melhor, o simbolismo da viagem varia de pessoa a pessoa. Pois para ir do destino B a C existem inúmeros meios de transporte, seja por terra, água ou ar, mas determinado individuo não gosta de voar, e mesmo que demore ele prefere ir pela água, pois assim poderá aproveitar mais a paisagem.
Portanto, quando for escolher um destino de viagem pense no que lhe faz bem e, se por ventura, quiser mudar a viagem, comece mudando o meio de transporte, dado que uma viagem de trem pode ser tão significativa quanto uma viagem de avião. Assim como um destino é subjetivo, a escolha de um meio de transporte ideal é tão mais complexa do que a escolha das roupas que irão compor a sua mala. Mas se tiver dúvidas, consulte um agente de viagens.



domingo, 15 de novembro de 2015

Experiências de Aeroporto

Quando vamos a um aeroporto pela primeira vez podemos nos surpreender com algumas coisas, conhecer um aeroporto, ver as aeronaves chegando e saindo, pode ser tornar uma experiência tão significativa como ver o mar pela primeira vez. Afirmo isso, pois recentemente fui a um aeroporto para recepcionar alguns profissionais que desembarcavam.
Um fato interessante é notar que na área de desembarque existem as telas que indicam os vôos que estão a pousar, o interessante se dá pelo fato de que você espera muito, pois o vôo está pousando, mas ele demora 30 min para pousar e mais 30 min no pátio, assim você fica de pé achando que o passageiro já pousou e está preste a sair, quando na realidade ele ainda está no céu.
Outra característica bastante interessante do desembarque é ver as pessoas segurando as plaquinhas para recepcionar as pessoas e, principalmente quando se observa canais de televisão a espera de pessoas influentes.
Além disso, tem os colaboradores das companhias aéreas, que depois do desembarque da tribulação saem dos portões como se estivessem desfilando, esbanjando profissionalismo e elegância.
Estar no desembarque é interessante, pois você observa os olhares dos que chegam e o acolhimento da família, você tem a oportunidade de ver o sorriso no rosto das esposas à espera de seus maridos, os filhos correndo ao encontro das mães. Sem sombra de duvidas, passar alguns instantes no desembarque fará que você mude o seu conceito sobre saudade.
Deste modo, recomendo aos turistas terrestres, que visitem um aeroporto, pois o ambiente aeroportuário pode trazer experiências e aprendizados que somente estando lá para saber o que é ser um turista do mundo.


terça-feira, 3 de novembro de 2015

Gados de engorda em: Ônibus interurbano de longa distância

Recentemente, após viajar a cada dois meses em um ônibus interurbano que corta o estado de São Paulo, comecei a perceber que os tripulantes são tratados como gado de engorda presos em um frigorífico.
A analogia pode parecer bem extrema, mas é quase isso que acontece. Vamos começar pelos espaços entre as poltronas, para baratear os custos, cada vez mais os espaços são menores, isso remete aos franguinhos e o gado que ficam em pequenos espaços para não criar músculos, assim não endurece a carne.
O ar-condicionado por sua vez, a – 2º C nos remete ao verdadeiro frigorífico para preservar a carne. Até hoje me pergunto por que gelam tanto a tripulação.
Sem contar as paradas de alimentação, o ônibus que eu pego faz duas paradas para alimentação de cerca de 20 min, como viajo a noite, uma parada é às 11h e outra às 3h, ou seja, a cada 4h o ônibus estaciona para que a tripulação (gado) faça a sua parada para o lanche (regime de engorda).
Continuando com esta extrema analogia, quando a viagem termina eu desembarco em São Paulo (Capital) cansado, congelado e bem alimentado, tudo isso para pegar o metro ás 8:00 (horário de pico) na estação Barra Funda, ou seja, o gado gordo congelado é jogado no metro, ou melhor jogado para o abate.

Peço três mil e trezentas desculpas, mas me sinto bem assim, sei que tem gente que curte muito viajar de ônibus, mas eu viajo cerca de 12h só de ida para São Paulo, então a realidade é bem por ai...


terça-feira, 22 de setembro de 2015

Inovação e Tendências em Hotelaria 2015/2016- Por: Roberta Gomes



Palestra regida por Heber Garrido, diretor Comercial e Marketing da rede Transamérica Hotels. Abordou o tema inovação e tecnologia em hotelaria para o ano de 2016, o debate ocorreu durante a última edição da Equipotel 2015.
Heber destaca que a geração y é o novo público-alvo para os empreendedores, tanto das grandes redes hoteleiras como empresários independentes. Esta geração milênio é o novo hóspede do mercado e merece toda a atenção dos empresários. È um público jovem que busca experiência, tecnologia e quebra de padrões, o que segundo ele é um grande desafio para as redes hoteleiras.
Esta geração busca por tecnologia, principalmente pelas facilidades que estes aplicativos oferecem. Segundo Heber Garrido, aplicativos como Airbnd e o Uber são ferramentas que surgiram para atender as necessidades dessa geração, que não gosta de esperar em grandes filas para fazer o check-in, por exemplo. Em uma pesquisa feita pela rede Transamérica Hotels, os clientes pediram mais tomadas nos quartos, Heber salienta que não é preciso uma tecnologia elaborada, apenas algo eficaz.
Além da tecnologia os investidores devem estar atentos a experiência que estes jovens irão encontrar. Para ele, a experiência é fundamental e a geração y busca encontrar experiências locais, e um dos meios para que isto ocorra, é através da ambientação do espaço. Mas, é preciso ficar atento, pois esta experiência deve fazer sentido para o hóspede.
Outra forma de alcançar esta geração é o uso de materiais sustentáveis com tecnologia e mobilidade. A diferença está nos detalhes, como o fim dos espaços de trabalhos para mesas móveis que podem ser utilizadas enquanto o hóspede está na cama. Ou quem sabe ainda,  o fim dos aparelhos de tv´s nas paredes dos quartos, já que está geração se está conectada através de tabltes,smartphones e computadores.
Wellness e fitness também são características desta nova geração, em que as redes hoteleiras devem estarem atentas. Este cliente busca qualidade de vida, alimentação saudável, exercícios, sem necessariamente ficarem "presos" em uma sala de hotel correndo na esteira.
Para fechar, Heber Garrido menciona que "o grande desafio dos investidores é mudar seus padrões para atender esta nova demanda, é um grande desafio, mas é necessário se as redes hoteleiras quiserem se manter competitivas no mercado, inclusive em épocas de crise. É preciso preparo constante para atender este novo consumidor com serviços de qualidade".

Fonte: Palestra assistida durante Equipotel 2015 no dia 16 de setembro de 2015 ás 14:30 ás 15:15
Empresa: Transamérica Hotels
Palestrante: Heber Garrido - Diretos comercial e marketing
Tema: Inovação e Tendências em Hotelaria


quarta-feira, 16 de setembro de 2015

Resistências: O Passado versus O Presente

 Certo dia de sábado decidi sair logo pela manha, lá pelas 9h, e dar uma andada pelo centro de Joanópolis. Senti-me encantado ao ver os turistas chegando com um olhar de deslumbre, apontado para Igreja Matriz de São João Batista e depois tirando a tão desejada fotografia que provavelmente irá servir de recordação daquela experiência.
Acho interessante a percepção de alguns turistas, pois eles conseguem ver beleza naquilo que consideramos cotidiano e obsoleto. Os turistas conseguem dar vida nova a alguns lugares, ou, podem simplesmente faze-lo regredir.
Continuei minha caminhada e desci até o Coreto da Praça, ao olhar ao redor pude vivenciar o cotidiano das manhãs de sábado em Joanópolis: os idosos a conversar, crianças correndo de um lado para outro da praça, pessoas lendo jornais, moradores passeando, barraquinhas singelas de artesanato, movimento nas ruas e padarias e os turistas desfrutando do ambiente.
Tudo tão natural para uma manhã de sábado em uma cidade do interior paulista encostada na Serra da Mantiqueira. Porém, havia alguma coisa de diferente, alguma coisa que não estava nos hábitos dos que frequentavam a praça naquele momento, era algo mais paisagístico, algo que faltava no centro da cidadezinha.
Geralmente, quando vamos ao centro de cidades menores, com poucos habitantes e de caráter histórico, olhamos para as fachadas das lojas, casas, padarias e farmácias e voltamos ao passado, vivemos aquele espaço como se ele tivesse parado no tempo e todo o conjunto arquitetônico nos traz a ideia de raiz, ou seja, a ideia de identidade com o local, pois percebemos que ali originou outras coisas e que aquele espaço não surgiu da noite para o dia, mas que possuí tem anos e anos de histórias.
Entretanto, essas características não pude observar no centro de Joanópolis, desde o calçamento das ruas a arquitetura das casas. As antigas e largas ruas de paralelepípedo do centro foram remodeladas, ficando estreitas e ganhando ares de centros comerciais metropolitanos. As casas do passado estão dando espaço para os comércios que não param de crescer.
Já as poucas casas que resistem estão entregues ao acaso, perdidas no tempo e desconectadas da sua função histórica. A marcha para o futuro está se tornando tão esmagador que até os monumentos resistentes, quando não se entregam aos intuitos comerciais, caem na deterioração temporal.
A modernidade tornou-se algo imediato, necessário, plausível de ser obtida. Mas, o passado por sua vez, tornou-se algo do atraso, obsoleto, e que necessita urgentemente ser destruído e modificado.
Ao andar pelas ruas do “centro histórico” de Joanópolis florescem em minha mente vários questionamentos e pensamentos, mas em especial, será que conseguiríamos crescer sem um passado? Será que esse passado não é digno de ser preservado? Ou, do que seria do homem sem História?



quinta-feira, 3 de setembro de 2015

Minha Primeira Palestra- 7 Dicas p/ Palestrantes


Nos dias 27 de agosto e 1 de setembro realizei 5 palestras sobre “Turismo e Perspectivas Profissionais” na Semana Vocacional da E.E “Cel. João Ernesto Figueiredo”, em Joanópolis/SP. O convite veio do Grêmio Estudantil “Unidos do Figueiredo” que cordialmente me contataram para proferir as palestras.
Em dois dias mais de 140 pessoas assistiram as minhas palestras, sendo elas do 3º ano do Ensino Médio Regular, 3º Ano do Ensino Médio EJA, 2º ano do Ensino Médio Regular e o 1º ano do Ensino Médio Regular.
Como lidei com diferentes públicos, de diferentes idades e de diferentes ambições, para cada sala propus uma metodologia diferenciada de palestra. Para os 3º do Médio Regular contei o que é o Turismólogo, seu campo de atuação, salario, desafios e, também abordei sobre a vida acadêmica, discursando sobre como e morar fora, dificuldades, festas, aulas e etc.
Para o 2º e 1º ano a palestra seguiu praticamente os mesmos moldes da que proferida aos 3º, mas incrementei um vídeo motivacional.
Já para o EJA ( Ensino de Jovens e Adultos) a palestra foi totalmente diferente, para começar organizamos a sala em um circulo e no centro uma cadeira giratória. Iniciei a palestra me apresentando e logo puxei uma dinâmica, nela aos presentes deveriam escrever em um papel a resposta da pergunta “O que eu quero no meu Futuro?” e, depois disso foi embaralhado e cada um leu um papel. Depois disso passei um vídeo motivacional e discursei sobre a felicidade e as escolhas que temos na vida.
As palestras foram ótimas, pude observar um entrosamento de boa parte dos alunos. O mais interessante e que poucos sabiam que existe um turismólogo e muito menos o que ele faz.
Fiquei contente com as palestras, pois foi a primeira vez que palestrava, anteriormente só havia feito cerimoniais e seminários. Então, para quem pretende palestrar algum dia, dou algumas dicas de iniciante:
- Faça piadas (elas ajudaram a quebrar o gelo);
- Pergunte a plateia (perguntar auxilia no estreitamento de laços);
- Estude o seu publico (pense o que é mais interessante passar ao público);
- Não leia (para uma boa palestra domine o conteúdo, pois não é um seminário, mas sim uma espécie de bate papo);
- Conte experiências suas e de seus próximos (para sintetizar as ideias conte coisas que acontecem com você, sejam boas ou sejam elas ruins);
-Não se gabe (se você tem um bom currículo não se gabe, mostre a plateia os caminhos que você teve que passar);
- Por fim, finalize com um gostinho de quero mais (deixe a plateia descontraída no final, acabe com uma frase de efeito ou uma situação engraçada da sua vida, pois assim ela terá uma boa recordação deste momento).
Estas são apenas algumas dicas de principiante, mas o que pude perceber é que a plateia busca algo mais dinâmico, menos falado. Afinal até mesmos nós nos incomodamos com longas palestras sem contato algum entre palestrante e plateia.
Por fim, gostaria de dizer que como estudante de turismo a oportunidade que eu tive foi essencial para divulgar nossa profissão, mas em especial, pautei principalmente em dar um rumo as dezenas de mentes que são poucas se compararmos aos inúmeros jovens do nosso Brasil que saem do Ensino Médio sem perspectivas.


terça-feira, 25 de agosto de 2015

Confissões: Turismólogo Homossexual?

O fato de alguns dos estudantes de turismo do sexo masculino serem homossexuais não é novidade para muita gente. Mas, pouco tenho lido sobre o que realmente se passa na cabeça desses estudantes, bem como suas ambições, frustrações e confissões.
Como nunca li nada deles, decidi aqui, explanar um pouco mais sobre a minha realidade, em especial sobre o campo de atuação.
Ser turismólogo no Brasil não é uma tarefa fácil, pois temos que travar uma luta todos os dias para conquistar nossos espaços nos mercados consolidados e que mal pagam e desprezam a maioria dos profissionais, quem dirá um profissional não regulamentado. Mas, ser turismólogo e gay, será que é uma jornada árdua?
Sempre me questiono isso, pois sempre escuto profissionais formados questionando dos seus cargos, salários e condições, contudo, em contraponto, vejo inúmeros profissionais homossexuais que também reclamam da aceitação do mercado.
Ora, o que ocorreria então se juntássemos dois nichos sociais em um só individuo? Um turismólogo gay?
Bom, de certa forma acredito que na conjuntura atual isso não seria um problema, dado a evolução e a desmitificação do “ser homossexual” em relação a sua função na sociedade, dado que em muitos cargos os homossexuais possuem preferencia, pois sabem lidar com o público e possuem uma maior desenvoltura.
Talvez, se estivéssemos em outros tempos as dificuldades fossem mais expressivas e conflitantes ao individuo e ao grupo no qual ele se insere.
Portanto, as centenas de turismólogos e futuros turismólogos digo uma única coisa: Ser gay não é fácil, ser turismólogo não é fácil, mas acho que essa combinação pode dar certo, afinal já nascemos com o gene da determinação e, matar um leão por dia se torna fácil quando se pisa em ovos.
Acredito, também, que não devemos mostrar nossa força nas paradas gays (isso porque muitas vezes o tiro sai pela culatra), mas que devemos mostrar nossa força como sendo os melhores profissionais de cada profissão, pois só assim seremos reconhecidos como seres capazes, não inferiores ou superiores a ninguém, mas sim capazes.

quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Diário de Viagem - Encantamentos das Cataratas do Iguaçu


 Há alguns meses atrás fui apresentar um trabalho em Foz do Iguaçu e tive o privilégio de conhecer alguns atrativos da cidade, bem como o maior e o mais visado de todos, as Cataratas do Iguaçu.
Antes de conhecer o lugar sempre ficava me perguntando como seria e se é tudo aquilo que as propagandas e os turistas dizem. Bem, ela é tudo o que eu ouvia e muito mais.
Quando fui, foi em um sábado de manha, chegamos antes das bilheterias abrirem, que abrem às 9h. Mas, logo de manha já estava uma fila considerável e tivemos que esperar um pouco.
Assim como o ingresso (mesmo pagando meia entrada), tudo no Parque Nacional do Iguaçu é muito caro, mas claro que pra mim tudo fica caro, sendo que sou estudante. Mas, desde o café ao souvenir tudo tem um preço pra turista.
Contudo, logo de inicio eu, e meus amigos, nos encantamos com a infraestrutura do parque e a prestação de serviço dos colaboradores, que sanavam todas as duvidas e conduziam os turistas aos ônibus que levavam ao roteiro turístico.
O Roteiro Turístico é aquele que leva ate as cataratas e vai passando por algumas trilhas (que são a parte, ou seja, devem ser contratadas em uma empresa), passa também pelo Hotel Recanto das Cataratas e chega as quedas d’agua, tudo isso feito nos deslumbrantes ônibus panorâmicos.
Nós optamos por ir direto às cataratas, dado que nosso tempo era reduzido. Assim, descemos do ônibus um pouco antes do fim do roteiro e caminhamos por uma trilha (gratuita) que nos levava a ver varias quedas d’agua e por fim o ápice do passeio, a maior de todas as quedas.
Quando visualizei la de cima as quedas da garganta do diabo fiquei encantado, pois era muita beleza expressa na natureza. Meus olhos não eram capazes de assimilar tanta diversidade de cores em uma paisagem de cinema.
Fiquei uns bons minutos desfrutando da paisagem que congregava o canto dos pássaros, respingos de agua e uma leve brisa batendo em nosso rosto.
O interessante desta primeira parada é que tinha uma estrangeira no momento e ela nos pediu para tirar uma foto dela e, logo após, ela tirou uma foto nossa. Foi interessante, pois pude perceber a interação que um monumento natural proporcionou aos visitantes.
Depois deste ponto seguimos a trilha e chegamos à passarela que atravessa as cataratas. Bom, foi à hora que mais me molhei, mas, também, foi a hora que mais me senti parte daquele meio.
Após o banho na passarela, subimos para a praça de alimentação e ao elevador panorâmico, que foi construído bem ao lado de uma das quedas e permite ao visitante tirar lindas fotos e usufruir do ambiente.
Posteriormente, fomos à praça de alimentação escolher nosso almoço. Sentamos em alguns bancos que são de frente ao rio e, parecia que estávamos no meio da mata, pois o barulho da agua, o clima úmido e os inúmeros quatis nos remetiam tal devaneio.
O almoço simbolizava nossa despedida do Parque Nacional do Iguaçu, pois logo após pegamos o ônibus panorâmico e nos dirigimos a portaria.
Apesar da grande beleza cênica das Cataratas do Iguaçu, se faz necessário uma reflexão, dado que o ambiente é um parque ecológico e é notado a grande comercialização que se tem e, sobretudo, a grandiosa estrutura edificada nesta área.
Claro que o parque atrai milhares de turistas por dia, mas no ponto de vista mercadológico enquanto usufruto brasileiro é possível visualizar preços que exploram a maioria das condições salariais deste país.





segunda-feira, 17 de agosto de 2015

Amigos Viajantes

Na correria do dia a dia estamos nos locomovendo de um lado para o outro e quase sempre não paramos para reparar na paisagem e, muito menos, nas pessoas que nos rodeiam.
Quando viajamos sozinhos ou acompanhados sempre vivenciamos algumas experiências que não possuem uma explicação ou uma razão lógica para que o fato ocorra.
Um destes fatos é o relacionamento com estranhos. Sempre encontramos desconhecidos no trem, no avião, no ônibus ou em qualquer lugar que vamos visitar e, o contato com eles pode nos trazer bons amigos de curto período, que também podem evoluir para amizade de anos.
De certa forma, temos receio, ou talvez, medo de nos comunicarmos com quem não conhecemos. Mas, como experiência, quando falamos com um desconhecido estamos abrindo um canal muito interessante de troca de culturas, informações e curiosidades.
Com certeza alguém já viajou de ônibus e um estranho sentou ao seu lado e, ao longo do percurso vocês conversaram de certa forma que parecia que se conheciam há anos. Isso realmente é corriqueiro para quem pega viaja todos os dias, principalmente quando as distâncias são longas.
Conversar com estranhos nos faz ver que por mais que nossa jornada é longa, existem outras maiores, mas, além disso, é ter a oportunidade de ouvir e ser ouvido por pessoas que não te conhecem e estão dispostas a fazer daquele momento uma experiência diferenciada, na qual você é parte dela.
Contudo, temos que saber os nossos limites e os limites do outro, pois muitas vezes as pessoas também não querem se relacionar, talvez estejam tímidas, estressadas, cansadas ou simplesmente não possuem o habito de se comunicar com frequência e principalmente com desconhecidos.

Apesar desta situação, fazer amigos enquanto viaja é trazer para casa muito mais do que simples lembranças, fotos ou peças artesanais, é sem sombra de duvidas, vivenciar o seu momento e compartilhar com o outro a experiência mutua.

quarta-feira, 12 de agosto de 2015

Entrevista Wilson Vilela -Executivo de Contas da Rede Tulip Inn

O Excecutivo de Contas da Rede Tulip Inn Paulista Convention de Hotéis, Wilson Vilela, participou de uma entrevista do Blog. Acompanhe as suas experiencias e seus pensamentos:

1-      Quando o Sr. Começou a trabalhar na Hotelaria?
Comecei na Hotelaria no dia 08.12.2003
2-      Wilson, atualmente qual é o seu cargo?
Executivo de Contas
3-      Por que razão escolheu a hotelaria?
Não escolhi, apareceu como oportunidade me identifiquei muito com área, fiquei fascinado.
4-      Possui formação na área do turismo ou possui outra formação?
Sou Relações Publicas, ano passado ingressei no curso de Hotelaria na Universidade Anhembi Morumbi.
5-      Durante sua carreira, quais dificuldades foram mais marcantes?
A falta de profissionais aptos para trabalharem neste segmento, não há muito comprometimento e as pessoas ainda não sabem receber, atender com cordialidade, trabalhar com pessoas precisa mesmo gostar.
6-      O que mais lhe encanta no seu ramo?
Os clientes.
7-      Qual a carência do mercado hoteleiro atual?
Profissionais que sejam melhor remunerados e pessoas mais qualificadas e apaixonadas em hospitalidade/servir.
8-      Por fim, se fosse tentar convencer um estudante de turismo ou hotelaria para trabalhar na hotelaria, quais seriam os seus argumentos?

Não entre na Hotelaria achando que seja somente pela estrutura que muitos hotéis oferecem, trabalhe na hotelaria se for um profissional que ame ser hospitaleiro, que respeite e entenda as necessidades, seja visionário, se antecipe nos detalhes para que o cliente sinta-se em “casa”. Seja observador, sem ser inconveniente e muito comprometido com servir 

terça-feira, 4 de agosto de 2015

Ambições de um estudante de turismo

Collage em CD's
Monaostenta/Leonardo G. M. Gonçalves/ 2014
Enquanto graduação, sempre soube que não posso esperar muito após sair da faculdade. Digo, esperar, no quesito emprego, salário, casa, família e etc.
Estou no segundo ano da faculdade, e de certa forma, acreditando que falo por mim e por uma boa quantidade de pessoas, o quanto se torna frustrante pensar que nossas ambições estão tão distantes de nossos braços.
É certo que ninguém entra na faculdade com o único intuito de obter conhecimento. Acredito que todos querem ganhar dinheiro e ter as condições mínimas de sobrevivência após esta fase. Entretanto, essas ambições esvaziam diante de nossos olhos.
Ao longo do percurso, começamos a ver que o mercado de trabalho está estreito e requer de nós muito mais do que apenas uma graduação. Ser graduado nos dias atuais é algo essencial, mas não que signifique que você vai ser contratado por ser graduado, mas sim que a graduação é algo mínimo para seu ingresso.
É notório que a cada dia o mercado requer de profissionais qualificados e com uma ampla rede de contatos, porém para quem está começando tudo parece tão dificultoso e inacessível.
Em alguns momentos sinto que os passos que damos são curtos de mais para alcançar nossos objetivos e a ideia dos estágios durante a graduação, enfatizam ainda mais, o distanciamento que temos da graduação ao mercado de trabalho.
Sempre tento acreditar que é no momento de crises que as melhores ideias e soluções renascem. Contudo, no mercado engessado do turismo, que depende do nível de renda dos turistas, este meu devaneio parece custar a ocorrer.

Talvez estejamos vivendo tempos de testes, que tem como intuito fortalecer e trazer a luz os melhores profissionais do ramo. Nossas ambições, sonhos e desejos, acredito, que elas não devem ser soterradas pelas condições atuais, mas que devam ser colocadas a provas e que  façam de nós profissionais melhores e capacitados, ou, simplesmente, nos deixe.
Por fim, peço a vós, meu caro leitor, que não se deixe levar pelos fatos do cotidiano, continue sonhando com sua profissão. Contudo, lembre-se, o mercado de trabalho não quer mais um turismólogo, engenheiro, medico e etc, ele quer simplesmente "the best" turismólogo, engenheiro, medico e etc.

sábado, 1 de agosto de 2015

A Bipolaridade dos Professores de Turismo

Ao longo da faculdade nos deparamos com inúmeras situações inusitadas, algumas nos deixam com muita raiva e outras nos fazem rir absurdamente. O fato de existir professores com bipolaridade é algo, que com certeza, nos deixa louco.
A bipolaridade dos professores de turismo se manifesta de diversas formas, em alguns ela é mais acentuada e em outros é uma bipolaridade camuflada, mas que com certeza você irá perceber. Existem alguns tipos mais comuns:
Professor eu não disse: este professor é aquele que entra na sala em um dia, diz tudo o que devemos fazer e, na outra semana chega e diz o contrario de tudo. Estes professores costumam orientar alunos, pois na primeira orientação esta tudo certo e, na outra ele pede ate para mudar o titulo que ele não concorda.
Professor metodologia: este professor é aquele que no inicio do semestre explica como será as avaliações e no decorrer troca todos os métodos e acaba te passando mais atividades que o planejado.
Professor esquecido: este é aquele que explica todo o trabalho e, depois vem falando que não explicou e altera o modo de realização.
Professora incógnita: este é o professor bipolar mais difícil de lidar, pois esse irá corrigir seu trabalho de acordo com seu humor, então nunca saberemos o que ele quer naquele dia.
Esses são só alguns dos perfils de professores que a faculdade de turismo tem, existem vários e com níveis de bipolaridade diferentes. Devemos saber que pela bipolaridade dos professores quem quase sempre sai prejudicado é o discente, pois nunca sabemos o que eles querem e muito menos para que eles querem, mas temos que fazer.
Ressalta-se que a bipolaridade destes profissionais se manifesta com maior intensidade quando o semestre está acabando, pois os discentes estão atribulados de provas, projetos, trabalhos e etc e, este é o melhor horário para eles atacarem...

sábado, 18 de julho de 2015

Bagagens em: As vilãs da viagem

Algumas vezes na nossa vida podemos optar por vários meios de transporte para chegar ao nosso destino. Contudo, quase sempre as opções serão poucas, dado a distância, segurança e, em especial, o preço que estamos dispostos a gastar.
Para quem viaja a turismo, lazer, negócios, eventos, para visitar parentes ou a trabalho, sabe que geralmente vai acabar entrando em um ônibus. Sabe também, que com um ônibus vem uma série de situações agregadas.
A primeira seria a compra das passagens. Você vai escolhe o melhor poltrona e, consecutivamente, levará a passagem para casa. Provavelmente você irá consultar todos os dias a sua passagem, para ter certeza que ela esta ali, ou vai deixar tudo para ultima hora e pode ate esquecer da passagem.
A bagagem, por sua vez, é algo intrigante, geralmente as mulheres (e alguns homens) extravasam no número e no peso de suas bagagens, que por sua vez ficam perdidas para carrega-las e para tomar conta de todas elas.
Fora isso, as situações começam a ficar inusitadas no terminal rodoviário. Se você está viajando sozinho e precisa ir ao banheiro, e o banheiro possui catraca, você provavelmente irá se apertar e irá ao banheiro do ônibus ou vai tentar confiar em estranhos para que eles olhem a sua bagagem enquanto você vai.
Outro fato é quando você vai embarcar no ônibus, e se não bastasse a fila do embarque, você tem que entrar na fila do despacho de bagagem. Pior ainda, é aquela fitinha que a empresa te fornece que consta que sua bagagem esta guarda, que provavelmente você vai abrir sua mala de mão varias vezes para ver se você não a perdeu.
Desembarcando, tudo fica lindo quando você consegue retirar suas bagagens do bagageiro e seguir seu destino. Mas, você precisa usar o metro, ou talvez algum ônibus coletivo e, é claro as suas bagagens serão suas principais inimigas, pois os ônibus e metrôs tem catraca e muita  (mais muita) gente, que por sua vez estão sem nada nas mãos e andam feito “loucas”.
Entrar em um ônibus ou em um metro não é tarefa fácil, mas o mais difícil é conseguir sair. Existem algumas opções: Você pode ser levado pela multidão e vai descer em um ponto que não é o seu, a multidão pode te impedir de sair e você não vai conseguir descer no seu ponto, ou você fica estrategicamente posicionado ao lado da porta e assim você deixa ser levado pela multidão.
Então o segredo de uma viagem sem dor de cabeça é levar somente o necessário, pois assim você não vai se preocupar com o extravio de bagagens, roubos de pertence e principalmente, sobre o que fazer com as suas bagagens enquanto chega ao seu destino, assim as bagagens não se tornarão suas vilãs.




quinta-feira, 9 de julho de 2015

Diário de Viagem- Memorial da América Latina

Sobre o Acervo
Vagar ao léu pelos 84.000 metros quadrados do conjunto arquitetônico do Memorial é uma experiência inesquecível. Além de apreciar as linhas curvas das construções, o visitante vai se surpreender com as obras de arte de artistas consagrados exibidas ao longo da esplanada ou dentro dos espaços culturais. Todos eles foram escolhidos pelo próprio arquiteto Oscar Niemeyer, que indicou em quais locais os trabalhos deles deveriam ficar expostos.
Por sua vez, o acervo de arte popular do Pavilhão da Criatividade conserva peças singelas de autores anônimos. São obras primas do artesanato continental, recolhidas diretamente das mãos de artesões, sem intermediários, lá onde eles vivem e trabalham.

Durante os meses de agosto e setembro de 1988, Maureen Bisilliat viajou por México, Guatemala, Equador, Peru e Paraguai, acompanhada de seu marido, Jacques Bisilliat, e do arquiteto Antônio Marcos Silva. Ambos tinham larga experiência e conhecimento da cultura popular. Um rico acervo da Bolívia e do Brasil também foi recolhido. (FRUTUOSO, 2014)
Visitação
Visitar o Memorial da América Latina é conhecer um ambiente muito retratado como o ícone de São Paulo
e do Brasil. A singularidade da arquitetura nos faz pensar no quão grande foi Oscar Niemeyer por realizar projetos tão ousados.
Conjuntamente com a disposição arquitetônica o acervo dá um show a parte, pois o Pavilhão da Criatividade possui peças encantadoras de todos os países da América Latina.
As cores, formas, traços e efeitos dos objetos expostos nos remetem a pureza e a diversidade cultural dos países. O acervo por si só já cativa a todos, mas a maquete que está localizada abaixo dos pés dos visitantes é algo que fascina todos os olhares, pois é possível ter a visão de toda a América Latina e ver o belíssimo trabalho do artista que a reproduziu.
Saindo deste pavilhão e indo em direção a Praça do Memorial (onde fica a mão), tem um salão onde se encontra um grandioso painel de Candido Portinári, Tiradente, o painel é magnifico e muito bem acompanhado com 6 peças de mais de 8m de artistas locais.

Por que ir ao Memorial da América Latina?
Como dito anteriormente o Memorial da América Latina é um ícone Brasileiro, e como bons brasileiros temos que conhecer nossas belezas, fora isso o espaço do Memorial nos permite conhecer a América Latina inteira sem andar muitos quilómetros.

Localização e Contato
Fundação Memorial da América Latina
Av. Auro Soares de Moura Andrade, 664
01156-001 - Barra Funda - São Paulo SP
Telefone: 11 3823 4600
O Memorial da América Latina fica bem próximo a estação Palmeiras/Barra Funda do Metro de São Paulo.

REFERÊNCIAS

FRUTUOSO, J. Acervo. Memorial da América Latina. Disponível em <http://www.memorial.org.br/acervo/> Acesso em: 09 de jul. de 2014.