sábado, 18 de julho de 2015

Bagagens em: As vilãs da viagem

Algumas vezes na nossa vida podemos optar por vários meios de transporte para chegar ao nosso destino. Contudo, quase sempre as opções serão poucas, dado a distância, segurança e, em especial, o preço que estamos dispostos a gastar.
Para quem viaja a turismo, lazer, negócios, eventos, para visitar parentes ou a trabalho, sabe que geralmente vai acabar entrando em um ônibus. Sabe também, que com um ônibus vem uma série de situações agregadas.
A primeira seria a compra das passagens. Você vai escolhe o melhor poltrona e, consecutivamente, levará a passagem para casa. Provavelmente você irá consultar todos os dias a sua passagem, para ter certeza que ela esta ali, ou vai deixar tudo para ultima hora e pode ate esquecer da passagem.
A bagagem, por sua vez, é algo intrigante, geralmente as mulheres (e alguns homens) extravasam no número e no peso de suas bagagens, que por sua vez ficam perdidas para carrega-las e para tomar conta de todas elas.
Fora isso, as situações começam a ficar inusitadas no terminal rodoviário. Se você está viajando sozinho e precisa ir ao banheiro, e o banheiro possui catraca, você provavelmente irá se apertar e irá ao banheiro do ônibus ou vai tentar confiar em estranhos para que eles olhem a sua bagagem enquanto você vai.
Outro fato é quando você vai embarcar no ônibus, e se não bastasse a fila do embarque, você tem que entrar na fila do despacho de bagagem. Pior ainda, é aquela fitinha que a empresa te fornece que consta que sua bagagem esta guarda, que provavelmente você vai abrir sua mala de mão varias vezes para ver se você não a perdeu.
Desembarcando, tudo fica lindo quando você consegue retirar suas bagagens do bagageiro e seguir seu destino. Mas, você precisa usar o metro, ou talvez algum ônibus coletivo e, é claro as suas bagagens serão suas principais inimigas, pois os ônibus e metrôs tem catraca e muita  (mais muita) gente, que por sua vez estão sem nada nas mãos e andam feito “loucas”.
Entrar em um ônibus ou em um metro não é tarefa fácil, mas o mais difícil é conseguir sair. Existem algumas opções: Você pode ser levado pela multidão e vai descer em um ponto que não é o seu, a multidão pode te impedir de sair e você não vai conseguir descer no seu ponto, ou você fica estrategicamente posicionado ao lado da porta e assim você deixa ser levado pela multidão.
Então o segredo de uma viagem sem dor de cabeça é levar somente o necessário, pois assim você não vai se preocupar com o extravio de bagagens, roubos de pertence e principalmente, sobre o que fazer com as suas bagagens enquanto chega ao seu destino, assim as bagagens não se tornarão suas vilãs.




quinta-feira, 9 de julho de 2015

Diário de Viagem- Memorial da América Latina

Sobre o Acervo
Vagar ao léu pelos 84.000 metros quadrados do conjunto arquitetônico do Memorial é uma experiência inesquecível. Além de apreciar as linhas curvas das construções, o visitante vai se surpreender com as obras de arte de artistas consagrados exibidas ao longo da esplanada ou dentro dos espaços culturais. Todos eles foram escolhidos pelo próprio arquiteto Oscar Niemeyer, que indicou em quais locais os trabalhos deles deveriam ficar expostos.
Por sua vez, o acervo de arte popular do Pavilhão da Criatividade conserva peças singelas de autores anônimos. São obras primas do artesanato continental, recolhidas diretamente das mãos de artesões, sem intermediários, lá onde eles vivem e trabalham.

Durante os meses de agosto e setembro de 1988, Maureen Bisilliat viajou por México, Guatemala, Equador, Peru e Paraguai, acompanhada de seu marido, Jacques Bisilliat, e do arquiteto Antônio Marcos Silva. Ambos tinham larga experiência e conhecimento da cultura popular. Um rico acervo da Bolívia e do Brasil também foi recolhido. (FRUTUOSO, 2014)
Visitação
Visitar o Memorial da América Latina é conhecer um ambiente muito retratado como o ícone de São Paulo
e do Brasil. A singularidade da arquitetura nos faz pensar no quão grande foi Oscar Niemeyer por realizar projetos tão ousados.
Conjuntamente com a disposição arquitetônica o acervo dá um show a parte, pois o Pavilhão da Criatividade possui peças encantadoras de todos os países da América Latina.
As cores, formas, traços e efeitos dos objetos expostos nos remetem a pureza e a diversidade cultural dos países. O acervo por si só já cativa a todos, mas a maquete que está localizada abaixo dos pés dos visitantes é algo que fascina todos os olhares, pois é possível ter a visão de toda a América Latina e ver o belíssimo trabalho do artista que a reproduziu.
Saindo deste pavilhão e indo em direção a Praça do Memorial (onde fica a mão), tem um salão onde se encontra um grandioso painel de Candido Portinári, Tiradente, o painel é magnifico e muito bem acompanhado com 6 peças de mais de 8m de artistas locais.

Por que ir ao Memorial da América Latina?
Como dito anteriormente o Memorial da América Latina é um ícone Brasileiro, e como bons brasileiros temos que conhecer nossas belezas, fora isso o espaço do Memorial nos permite conhecer a América Latina inteira sem andar muitos quilómetros.

Localização e Contato
Fundação Memorial da América Latina
Av. Auro Soares de Moura Andrade, 664
01156-001 - Barra Funda - São Paulo SP
Telefone: 11 3823 4600
O Memorial da América Latina fica bem próximo a estação Palmeiras/Barra Funda do Metro de São Paulo.

REFERÊNCIAS

FRUTUOSO, J. Acervo. Memorial da América Latina. Disponível em <http://www.memorial.org.br/acervo/> Acesso em: 09 de jul. de 2014.





quarta-feira, 8 de julho de 2015

Diário de Viagem- Memorial da Inclusão/SP

Sobre a Exposição
A Exposição reúne aproximadamente seiscentos documentos, selecionados para compor uma leitura do movimento social da pessoa com deficiência, sua luta e conquistas. Tais documentos foram reunidos e sugeridos por uma equipe seleta de militantes do segmento, que disponibilizaram seus acervos pessoais e abriram os canais para o encontro sempre proveitoso com outros acervos e pessoas, também dispostas a contribuir para contar e relembrar os caminhos da pessoa com deficiência para a inclusão social.
A ideia original de contar a história do movimento social da pessoa com deficiência foi ampliada para memorial da inclusão, por considerar que as reivindicações e conquistas deste segmento são benefícios para toda a sociedade, apesar de reivindicações muito pontuais. 
A ideia evoluiu para traçar os caminhos das pessoas com deficiência em prol de uma sociedade mais inclusiva e, assim, com esta proposta, estimular a reflexão de que as formas e frentes de ação do segmento contribuíram sobremaneira para conquistas constitucionais e legais e, fundamentalmente, para mudanças nos valores sociais, na percepção da sociedade sobre a pessoa com deficiência. Tais caminhos concederam à sociedade brasileira a oportunidade de compreender e aceitar o diferente e significar a diversidade. 
O Memorial da Inclusão faz jus ao que se entende por história e por memória. Não existe nem história e nem memória puras. Elas são o resultado de escolhas, de seleção, voluntária ou involuntária: do historiador, da sociedade e do sujeito. (INCLUSÃO, 2014, grifo do autor)
A Visitação
Tive a oportunidade de ir ao Memorial da Inclusão: os caminhos da pessoa com deficiência ontem (07 de julho) e realmente fiquei encantado com o acervo, a acessibilidade e decoração do local.
Logo de inicio é importante frisar que a entrada é franca, pois a exposição é do Governo do Estado e, eles só pedem o seu RG para efetuar o cadastro. Para entrar tem uma catraca super charmosa que permite que pessoas com mobilidade reduzida tenham amplo acesso ao acervo.
O acervo por sua vez encanta pela facilidade de leitura, dado os inúmeros recursos visuais bem como o braile, letras grandes e imagens e, também recursos auditivos, que fazem uma leitura de algumas estações.
Ao caminhar pelo acervo é possível mergulhar no universo das lutas pelos direitos e pela inclusão dos deficientes e também é possível visualizar os grandes militantes do movimento e suas realizações.
Além da acessibilidade no acervo, existe no espaço monitores que explanam e procuram facilitar ao máximo a visitação.
Por que ir ao Memorial da Inclusão?
Particularmente, acredito que o Memorial da Inclusão abriu a minha mente, pois eu não sabia da conquista dos direitos dos deficientes e também pude ver os tipos de censura e opressão que eles sofreram ao longo da história. Então, conhecer o Memorial da Inclusão permite um repensar de nossos atos e uma assimilação de ideias.
Roteirização
Como atrativo que oferece acessibilidade e proporciona um amplo conhecimento sobre as questões da inclusão no Brasil, acredito que o Memorial da Inclusão é um ambiente importantíssimo e que pode ser usado como atrativo na formatação de roteiros turísticos.
Informação e Dicas
- Não se esqueça de levar o seu RG, ou qualquer outro documento.
- É permitido tirar foto do acervo.
- Vá com tempo, para mergulhar na história.
Localização
O Memorial da Inclusão está localizado na Av. Auro Soares de Moura Andrade, 564 - Portão 10 - Barra Funda - São Paulo – SP, pertinho da estação Palmeiras/ Barra Funda do metro e ao lado do Memorial da América Latina.
Contato
 Tel.: (11) 5212.3700
Site: http://www.memorialdainclusao.sp.gov.br/br/home/significado_do_logo.shtml
REFERÊNCIAS

INCLUSÃO, M. da.  A exposição.  Disponível em <http://www.memorialdainclusao.sp.gov.br/br/home/significado_do_logo.shtml> Acesso em: 08 de jul. de 2015.