quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

Profissionais do Turismo: A Noite de Natal

O fim do ano possui concepções diferenciadas para as pessoas, umas adoram o natal e outras já não gostam muito. Contudo, sem sombra de dúvidas, o natal, em especial, é marcado pela fraternidade das pessoas, pelo espírito humilde e hospitaleiro que renasce no finzinho do ano.
Nesta data observa-se o reencontro de famílias, bem como os abraços calorosos ao se reencontrarem e os olhares incrédulos pela presença de seus entes queridos. As famílias abrem suas portas para as festividades e convidam a todos para partilharem de um único momento significativo e tão especial que é a noite de natal.
Muitos passam o natal em casa, outros procuram passar a data em restaurantes, cruzeiros, hotéis e pousadas. Estes querem desfrutar da data sem se preocupar com o tempo que o peru vai ficar assando, com o arroz que está no fogo, com o parente que não trouxe a sobremesa, enfim, essas pessoas buscam esses lugares no intuito de aproveitar da noite de natal sem se preocupar com os preparativos.
 É nas noites de natal, momentos de grande felicidade das famílias que passam fora de casa, que os turismólogos e hoteleiros trabalham nos bastidores para garantir que tudo saia assim como sonhado. A profissão situada no setor de serviços é singular, pois os seus profissionais trabalham quando todos os outros querem descansar.
 Pense bem! Quando vamos a um hotel ou participamos de um carnaval de rua, estamos indo em busca de lazer, mas muitas vezes não percebemos que para o nosso momento de lazer ocorrer alguém teve que passar horas planejando e pensando em cada segundo de como seria o nosso lazer.
Turismólogos, guias de turismo, hoteleiros, profissionais de eventos e outros são aqueles que se dedicam a realizar sonhos, transformar o que sonhamos e planejamos em verdade.
Muitas vezes, a responsabilidade desses profissionais é tão grande que eles tem que se sair perfeitos, por exemplo, quando guardamos todas as nossas economias, escolhemos o destino, escolhemos a data, apostamos tudo nela e só temos aquela oportunidade para vivenciar algo realmente gratificante e, assim, que vai tornar nossa viagem extremamente prazerosa é o profissional de turismo.
Sem sombra de dúvidas, a gratidão dos profissionais do turismo está em ver o sorriso estampado no rosto de seus clientes, é ouvir deles o quanto aquela viagem foi boa e que voltariam mil vezes naquele local. A gratidão dos clientes alimenta o profissional de turismo, lhe dá força para seguir em frente e enfrentar mais uma, mais muitas, noites de natal longe de casa oferecendo aos seus clientes o que ele tem de melhor, a hospitalidade.O fim do ano possui concepções diferenciadas para as pessoas, umas adoram o natal e outras já não gostam muito. Contudo, sem sombra de dúvidas, o natal, em especial, é marcado pela fraternidade das pessoas, pelo espírito humilde e hospitaleiro que renasce no finzinho do ano.

Texto publicado na Revista Bragantina On Line: http://issuu.com/diegodetoledo/docs/revista_bragantina_-_dezembro_-_201

domingo, 13 de dezembro de 2015

Afinal, para que estudar?

Já estou nos ultimos passos do segundo ano de faculdade de Turismo (em breve faço um post sobre este ano acadêmico e social), mas alguns pensamentos ainda rondam a minha cabeça.
O fim de semestre nos deixa loucos, ficamos paranóicos, acreditamos que nada que fazemos está bom e que não será suficiente para alcançar a média para ser aprovado na disciplina. Mas ser aprovado por quê? Pra quem? Pra quando?
Às vezes me pergunto qual o motivo de termos que estudar? Porque que quando estamos no ensino médio somos treinados feitos robôs para decorar fórmulas e conceitos que só vamos utilizar em poucos momentos da vida e, o maior deles é o tão temido VESTIBULAR.
Na realidade interpreto o momento pré-faculdade como uma máfia de ganhar dinheiro, pois afinal, tem cursinho especifico de cada curso em um lugar, curso geral em outro, aulas extras na escola, livros e mais livros sobre como entrar na faculdade e sites inquietantes que roubam inúmeras horas do seu dia com vídeos e textos sobre como mandar bem na “primeira fase da sua vida”.
E  quando menciono em aspas a “primeira fase da sua vida” é porque sempre cresci e ouvia que tinha que entrar na faculdade e que minha vida começaria por meio dela. Mas tudo isso por quê? Será que por que assim eu teria emprego? Não seria mais um desempregado que vive à custa do governo?
Talvez esta seja a então lógica dominante que nossa sociedade vive, mas não para criar a pátria Educadora, mas sim para criar a pátria alfabetizada, ou melhor, a pátria com possíveis probabilidades de emprego, e quando menciono a probabilidade de emprego é algo real, pois ter um diploma de nível superior não garante que no primeiro mês de formado você esteja lavando pratos em um restaurante (digo isso, pois nos discursos dos graduandos nunca vi um que dizia que o sonho é  sair da faculdade e ir lavar pratos).
Interessante também que a máfia da educação não está presente somente no período do Vestibular, mas após ele também. Vejamos quantas instituições privadas de nível superior temos, quantas de nível técnico, tudo isso para que? Lançar mais e mais pessoas no mercado de trabalho, para que essas virem números, estatísticas de governo para explanar o quanto o Brasil é um pais alfabetizado, mas e o emprego? Tem para todos? E a qualidade do ensino? Como esta? Ou ainda veremos mais e mais “acidentes” dentro dos hospitais, rompimento de barragens, erros administrativos, e por ai vai...
Durante a graduação perdemos horas de sono, nos matamos para ir bem nas provas, deixamos de comer, nos afastamos da família, dos amigos, da vida social, passamos feriados estudando, ou , sem poder voltar para casa, tudo isso para alcançar um sonho. Mas esse sonho é de quem? É meu? É Seu? Ou é do sistema que diz que temos que escolher uma profissão quando temos apenas 16, 17 ou 18 anos de idade.
As respostas para esses questionamentos eu não sei, apenas possuo suposições. Algum dia vi um post de uma amiga, a teoria dela é bem apocalíptica, mas deixo a reflexão. Do que vale passar horas e horas estudando se ligamos a televisão e vemos a Terra morrendo, ou a nossa raça se matando em atentados e guerras?
Sobre a ordem do mundo, não sabemos como chegamos aqui, muito menos os motivos que nos trouxeram aqui, mas só sabemos que temos que seguir nessa ideologia. Mas até quando?

quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

Chuville (Joinville) e Chuvetes (Morretes) uma experiencia memorável

Recentemente tive o privilégio de conhecer Joinville/SC e Morretes/PR pela faculdade. Ambas são cidades lindíssimas, possuem casarões antigos, lindas avenidas e pessoas carismáticas de bem com a vida e, claro, pessoas bonitas.
Joinville em especial é a maior cidade de Santa Catarina possui noites aos fins de semana movimentadas, festas, bares e etc, além de ter inúmeros atrativos mega interessantes. Já Morretes é uma cidadezinha pequena pertinho de Curitiba que só fica cheia quando o trem traz os turistas da capital, mas a cidade possui grande beleza arquitetônica bem como paisagística, levando os visitantes a mergulhar na historia e, é claro, o famoso e delicioso Barreado.
Por mais que ambas tenham características diferentes elas se assemelham em uma coisa, ao nível de chuva. Com certeza, Chuville e Chuvetes ficaram marcados em minha memória pelas chuvas torrenciais intermináveis que não te deixam sair de casa. A chuva de lá assemelha-se ao das cidades do litoral paulista, Ubachuva, Caraguáchuva e Ilha Chuva.

A brincadeira pode parecer clichê, mas é a pura realidade, são destinos extremamente magníficos, mas a visitação fica conturbada por conta das pequenas gotículas espancadoras de chuva. Mas, se você gosta de chuva, fica a dica, pois se for garanto que não se arrependerá, mas se não gostar, eu recomendo o nordeste ou o centro-oeste, ou talvez, um guarda-chuva.
Contudo, nessa vida, tudo vale a experiência!